A menos de quinze dias do Dakar, Helder Rodrigues recebeu a imprensa para falar um pouco do que pretende fazer nesta edição que está prestes a iniciar-se. Os seus objectivos são claros, “evoluir e fazer melhor”, o que coloca a fasquia alta. Ao longo da sua vasta carreira conta já com dois pódios e muitos “Dakares” terminados nos “top 10”. Com muitas vitórias em especiais, falta a vitória geral, o lugar máximo. Parte para o Paraguai com a certeza de ter feito um trabalho de preparação perfeito,  pronto para enfrentar todas as surpresas que uma prova como esta esconde sempre. Destaca a dificuldade extra de haver “waypoints invisíveis”, que não terão indicação no GPS e apenas serão validados se o piloto passar a menos de 400 metros. Irá obrigar a um ainda maior cuidado na navegação, já que a precisão desta validação irá comprometer o waypoint seguinte. Mas a navegação é um dos muitos pontos fortes do Helder. Sobre o novo traçado do rali, as novidades são marcantes nos primeiros dias, com partida num novo país, o Paraguai, e uma nova zona de percurso já dentro da Argentina. No final as etapas com partida conjunta com carros e camiões poderão ser decisivas. Este ano irá levar um capacete especial, desenhado por Ricardo Rodrigues, que participou num concurso online com o apoio da Red Bull. O Dakar 2017 terá inicio a 2 de Janeiro em Asunción e fim no dia 14 de Janeiro em Buenos Aires na Argentina.

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